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Olimpíadas Especiais promovem inclusão por meio do esporte em Itanhaém

20/11/2016 23:16

O objetivo do movimento é promover a inclusão social da pessoa com deficiência.

Olimpíadas Especiais promovem inclusão por meio do esporte em Itanhaém

Itanhaém -  Com a participação de 200 atletas disputando as modalidades de tênis de mesa, futsal, atletismo, natação, vôlei de praia e bocha, Itanhaém recebeu, no último dia 5, pela segunda vez as Olimpíadas Especiais, um movimento global sem fins lucrativos econômicos, que, por meio de treinamento esportivo e competições, melhora a qualidade de vida de atletas de todas as idades. As disputas ocorreram em diferentes pontos do Município. Devido à ameaça de chuva, a organização do evento optou por realizar os jogos de vôlei no Ginásio do Satélite Esporte Clube.

Além do futsal, o local também recebeu as disputas de bocha.  Representando a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Pedro Luiz estava ansioso para o início do jogo. “É a minha primeira vez e estou muito feliz”. O Centro de Orientação aos Deficientes de Itanhaém (CODI) foi representado por 40 atletas da Cidade, que competiram nas modalidades de futsal, de vôlei e de atletismo. “Quis marcar gols para ajudar minha equipe”, ressalta o atacante Alex Vanuti.

O auxiliar técnico Tiago Moraes destaca a importância do movimento da Cidade. “As Olimpíadas Especiais unem as pessoas. A inclusão dentro do esporte dá a oportunidade para que todos participem de qualquer modalidade”.

O atleta paralímpico Yohansson Ferreira é velocista, porém, em Itanhaém, disputou medalha no vôlei. “Fico feliz com a iniciativa das Olimpíadas Especiais. Quero passar minha experiência de vida e mostrar que além da deficiência, somos capazes de ser felizes”. Sua primeira participação nas paralimpíadas acorreu em 2008, em Pequim, ano quem que conquistou medalhas de prata e bronze. Na edição de 2012, em Londres, conseguiu as medalhas de ouro e prata. E neste ano, na Rio 2016, conquistou medalhas de prata e bronze.

O Complexo Educacional Harry Forssell recebeu as modalidades de natação e de atletismo. A nadadora Kelly Antunes, de 35 anos, já recebeu o prêmio de melhor nadadora com síndrome de down do mundo e também participou das Olimpíadas Especiais. “Quando entro na água, dou o máximo de mim”. O estudante Daniel Romário Vieira da Silva participou do atletismo, e sua mãe Claudenice da Silva estava orgulhosa e na torcida pelo filho. “O esporte ajuda a desenvolver a musculatura, incentiva o interior e mexe com a coordenação motora. Eu sempre passo para o Daniel que ele é capaz de tudo e é igual a todos os outros”, conclui.



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